Pretotype – Construindo a “coisa” certa antes de construir certo a “coisa” !

Há estudos que comprovam:

  • 95% de todos os aplicativos móveis não dão dinheiro.
  • 4 em cada 5 startups torram todo o dinheiro do investidor e não vingam.
  • Grandes inovações tecnológicas falharam ao chegar ao mercado.
  • A maioria dos restaurantes fecham em menos de 3 anos.

Ou seja, o fracasso nos rodeia.

Existe até uma Lei da Falha:

A maioria das novas idéias falham,
mesmo quando são muito bem executadas.

E grande parte das falhas ocorrem devido ao fato das novas idéias serem mal interpretadas ou mal avaliadas o que nos faz pensar sobre o valor de uma ideia.

Qual o valor de uma ideia?

Ninguém compra uma ideia. Nenhum investidor compra uma ideia. Idéias não valem nada enquanto não se consolidam em negócio.

Idéias vivem em uma  terra onde tudo o que recebem são opiniões… e opiniões são altamente perigosas.

Exemplificando:

Quando em 1999 alguém surgiu com a ideia de um site onde você poderia comprar comidas e bebidas pela internet e receber tudo em casa em até 30 min., imagina qual foi a opinião das pessoas que foram consultadas?

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Resultado: Após a criação da empresa com um alto investimento em centros de distribuição, logística e tecnologia ela simplesmente faliu, pois na prática poucas pessoas utilizaram o serviço. A grande maioria preferiu ir à loja.

Neste caso, tivemos o famoso e famigerado FALSO POSITIVO.

Da mesma maneira, quando os fundadores do Twitter falaram sobre a ideia deles, as opiniões foram unanimes.

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E hoje o twitter é uma empresa estimada em mais de U$ 10 bi e uma das mais importantes ferramentas de comunicação do mundo.

O FALSO NEGATIVO neste caso evidenciou o perigo das opiniões.

Não que opiniões não sejam importante, mas não dá para confiar nelas e por isso surgiram alguns conceitos que podem ajudar as empresas validarem suas idéias com mais precisão.

Um desses conceitos foi criado por Alberto Savois. Chamado de PRETOTYPE (pronuncia-se pri to taipe) o conceito consiste em:

Validar o apelo de mercado e a real utilidade de um novo produto potencial,
por meio de simulação da sua experiencia principal com o menor investimento possível de tempo e dinheiro.

Para isso já existem uma série de ferramentas e métodos, como por exemplo protótipos em papel.

Lembrando que pretotype NÃO É um protótipo de produto. Pretotype é um falso protótipo, pois em muitos casos a criação de protótipos de produtos podem gastar tempo e dinheiro.

Um exemplo muito legal de pretotype é um case da IBM que em 1900 e bolinha  precisava validar a ideia da substituição do teclado por um sistema de interpretação de voz. Speech-to-Text. E para isso, ao invés de criar um protótipo de software e hardware os engenheiros colocaram uma pessoa que datilografava muito rápido escondida em uma sala e ao ouvir o texto ditado o escrevia quase que simultaneamente.

Resultado. Ninguém gostou de ter quer ficar falando com um computador. Além do desgaste da voz e do barulho no ambiente, havia também uma falta de privacidade.

O projeto foi abortado rapidamente, poupando assim tempo e dinheiro.

Abaixo uma comparação que ilustra bem o motivo da adoção do pretotype. Podemos considerar neste caso a adoção conjunta com outros conceitos que incentivam o “FAIL FAST” como Lean e MVP.

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Pretotype não vai fazer uma ideia virar sucesso. Se ela é ruim, nada vai salvá-la, mas sim ajudar a enxergar isto mais rapidamente, a falhar mais rapidamente, poupando tempo e dinheiro da startup e dos investidores e dando oportunidade de repensá-la ou partir para uma outra.

Abs!

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Source: Ornito

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